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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Obama surpreende Biden com a Medalha da Liberdade

Publicado em 12 de jan de 2017
Barack Obama faz as despedidas da Casa Branca por estes dias e não podia deixar a presidência sem homenagear o seu mais próximo ajudante e confidente, o vice-presidente Joe Biden.
Obama fez um discurso emotivo e elogioso, salpicado com o humor que o caracteriza.
O antigo senador do Delaware desconhecia que se preparava uma homenagem em sua honra e ficou ainda mais surpreendido quando Obama lhe outorgou a Medalha Presidencial da Liberdade, a mais alta condecoração civil dos Estados Unidos.


O que Obama fará depois de deixar a Presidência dos EUA?

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, tem várias opções para ocupar o tempo livre depois de entregar as chaves da Casa Branca no próximo dia 20 de janeiro.
Dedicar-se a escrever livros e dar palestras, ser dono de uma equipe da NBA (liga americana de basquete), tornar-se um ativista em defesa do meio ambiente ou aceitar o trabalho oferecido pelo Spotify.
Como ex-presidente dos EUA, Obama vai ganhar US$ 200 mil (R$ 672 mil) por ano.
Obama deu algumas pistas do que fará, mas o que se sabe com certeza até agora é que não se mudará para muito longe.
Apenas 20 quadras separam a Casa Branca de sua nova casa em Washington.
A família Obama não quer sair da capital americana para que Sasha, a filha caçula do presidente americano, não mude de escola.
Pelo menos até 2018 - quando a adolescente de 14 anos deve concluir o Ensino Médio, o futuro ex-presidente dos Estados Unidos viverá no elegante, exclusivo e caro bairro de Kalorama.
Antes de Obama, viveram ali os ex-presidentes americanos Woodrow Wilson, William Howard Taft, Warren Harding, Franklin D. Roosevelt e Herbert Hoover.
- Acesse imagens e conteúdo completo em BBC:
* O que Obama fará depois de deixar a Presidência dos EUA?












quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

O discurso de despedida de Barack Obama

Foi o último discurso de Barack Obama antes de deixar a Casa Branca. Um discurso emotivo para realçar o que foi feito nos oito anos dos seus dois mandatos, agradecer os apoios mais preciosos e pedir aos americanos que não percam a esperança. 
"A democracia pode ceder quando nos entregamos ao medo(...) foi por isso que, nos últimos oito anos, trabalhei para que a luta contra o terrorismo se fizesse numa base legal mais sólida. Foi por isso que acabamos com a tortura, trabalhamos para encerrar Guantánamo e reformamos a legislação de vigilância e de proteção da privacidade e das liberdades civis”.
Depois, prosseguiu para as questões sociais:
“A taxa de desemprego está próxima do valor mais baixo dos últimos dez anos. O número de pessoas sem seguro nunca foi tão baixo. O custo dos cuidados de saúde cresce da forma mais lenta desde os últimos 50 anos. E se alguém puder pôr em prática um plano que seja manifestamente melhor que as melhorias que fizemos no sistema de saúde eu vou apoiá-lo publicamente”, afirmou.
Um momento particularmente emocionante foi o dos agradecimentos à esposa, Michelle Obama e a Joe Biden, o seu vice-presidente:
“Joe Biden. Tu fostes a minha primeira decisão após a eleição e fostes a melhor!”
“Michelle, tu assumistes um papel que não pedistes, o fizestes por ti mesma, com graça, com garra, com estilo e com humor. Tenho muito orgulho em ti. O país tem muito orgulho em ti”.
E, para concluir:
“Servi-los foi a maior honra da minha vida. E não vou parar. Na verdade vou estar com vocês, enquanto cidadão, para o resto dos meus dias (…) Peço-vos que acreditem – não na minha capacidade de provocar a mudança, mas na vossa. (…). Yes We Can! Yes We Did! Yes We Can! Obrigada, que Deus vos abençoe”.
(Conteúdo Euronews)


segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

O discurso de Meryl Streep x Trump no Globo de Ouro 2017

A atriz americana Meryl Streep criticou publicamente o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, durante seu discurso na premiação Globo de Ouro, neste domingo.
O republicano respondeu às críticas nas redes sociais - entre outras coisas, disse que a atriz é "supervalorizada".
A Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood entregou a Streep a premiação honorária Cecil B. DeMille.
Ao aceitar o prêmio, a atriz criticou Trump sem mencionar seu nome, afirmando que, em 2015, ele teria zombado de Serge Kovaleski, um jornalista deficiente do jornal The New York Times.
Ela se referia a um episódio no qual, em um comício na Carolina do Sul em novembro de 2015, Trump disse sobre o jornalista: "Você tem que ver esse cara." Em seguida, fez gestos e imitou a voz do jornalista, agitando os braços de forma desordenada.
Kovaleski sofre de uma doença crônica que afeta suas articulações chamada artrogripose. Na ocasião, o jonal americano classificou a conduta do então candidato como ultrajante.
Durante seu discurso no domingo, Streep disse que a imitação havia partido seu coração e que não conseguia tirá-la da cabeça “porque não era um filme, mas sim vida real”.
“Quando os poderosos usam sua posição para intimidar os outros, todos perdemos.”
Leia mais em BBC:
* Meryl Streep x Donald Trump: o discurso que provocou reação do republicano

domingo, 4 de dezembro de 2016

Alexander Van der Bellen é o novo presidente austríaco

O candidato independente, que já liderou o partido dos Verdes, conseguiu nas presidenciais deste domingo 53,6% dos votos, derrotando o candidato da direita nacionalista anti-imigração, Norbert Hofer, que registou 46,3%. 
Hofer reconheceu a derrota quando os resultados ainda não eram oficiais, felicitando Van der Bellen nas redes sociais.

sábado, 3 de dezembro de 2016

Cuba se despede de Fidel Castro

Publicado em 3 e 2 de dez de 2016
A cidade de Santiago, berço da Revolução de 1959, em Cuba, é o palco de uma derradeira homenagem a Fidel Castro.
Será aqui, onde se iniciaram os combates contra a ditadura de Fulgêncio Batista, nas montanhas da Sierra Mestra, que se realizarão, a partir das 19h00 deste sábado (hora local), domingo em Lisboa, as cerimônias finais.
Raúl Castro, que assumiu o lugar do irmão em 2006, profere um discurso em Santiago perante milhares de pessoas. Aguarda-se a presença de várias personalidades.


Cinzas de Fidel chegam a Santiago - Cuba
A cidade é o berço da Revolução Cubana. O funeral será realizado no domingo com a presença de líderes estrangeiros. Depois, as cinzas serão enterradas no Cemitério de Santa Ifigênia em cerimônia privada.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Hollande renuncia à candidatura de segundo mandato

"O poder, o exercício do poder, os espaços do poder, os ritos do poder nunca me fizeram perder a lucidez. E hoje estou consciente dos riscos que correria uma decisão, a minha, que não juntasse os apoios suficientes. Assim, decidi não ser candidato à eleição presidencial".
Foi assim que o mais impopular de todos os presidentes franceses da V República se retirou da corrida ao segundo mandato. É também a primeira vez que um presidente não concorre a um segundo mandato assim como é a primeira vez que um chefe de Estado é sujeito a um tal dilúvio de críticas.
Em comparação com os seus predecessores, François Hollande é o que termina o mandato com o índice de confiança mais baixo – 13% – e, neste momento, apenas 4% dos franceses se mostram satisfeitos com a sua ação governativa.
Hollande reconhece assim, ao anunciar a decisão, o fracasso do seu desempenho como presidente. A esperança suscitada pela sua eleição, após cinco anos de sarkozysmo, foi completamente gorada. O crescimento econômico nunca chegou a afirmar-se, o desemprego tardou a inverter a curva e continua nos dois dígitos.
E, para um presidente que queria marcar a diferença pela sua postura, pelo seu exemplo, as histórias de segredos de alcova que povoaram o seu mandato e a imagem que espalhou dele a sua ex-companheira Valerie Trierweiler, no livro “Obrigada por este momento” não foram de grande ajuda.
A única grande reforma de sociedade que a História vai registar é a do casamento homossexual, solicitada por uma grande maioria da esquerda, mas que viria a ficar marcada por um combate intenso e meses de manifestações que tornaram muito claras as divisões da sociedade francesa.
Com o terror a abater-se sobre a França – a onda de choque provocada pelo massacre do Charlie Hebdo e depois os ataques do 13 de novembro – Hollande foi obrigado a esquecer a sua agenda política para responder à urgência: era preciso reagir, transmitir segurança, tranquilizar. O índice de popularidade subiu nesse momento mas rapidamente viria a descer outra vez.
A lei sobre a retirada da nacionalidade cristalizou fortes tensões na sociedade francesa. Decidida à pressa e contra os valores da esquerda tradicional, levou à demissão de um ministro e a uma longa crise, acabando por ser abandonada. Foi a única coisa que Hollande lamentou no seu discurso de renúncia à candidatura.
A lei do trabalho, conhecida como a lei El Khomri, foi talvez a última estocada do presidente socialista ao seu eleitorado. Considerada demasiado liberal e favorável aos patrões, viria a ser imposta com recurso ao artigo 49.3 da constituição, que dispensa o voto no parlamento, apesar dos intensos protestos na rua contra o diploma.
Entre os socialistas, para uns Hollande não foi suficientemente de esquerda, para outros não foi suficientemente ambicioso. Para milhões de franceses, o homem que queria ser “um presidente normal” não foi suficientemente presidente.
Conteúdo Euronews:
* François Hollande: a renúncia de um "presidente normal"

domingo, 27 de novembro de 2016

Direita francesa quer Fillon presidente

Publicado em 27 de nov de 2016
Considerado muito mais conservador que o adversário, François Fillon é o candidato do centro-direita às presidenciais francesas do próximo ano. Derrotou Alain Juppé, tal como ele ex-primeiro-ministro, na segunda volta das primárias, este domingo. 
Fillon, chefe de governo durante os anos Sarkozy (2007-2012) terá conseguido um resultado esmagador em relação ao adversário, cerca de 67%: "Há três anos que estou a definir o meu caminho e ouço os franceses, com o meu projeto e com os meus valores. Progressivamente, senti esta vaga que quebrou todos cenários pré-descritos. O que nos une é mais importante que o que os distingue. Por isso, esta noite, estendo a mão a todos aqueles que querem servir o nosso país”, disse no discurso que se seguiu ao anúncio dos resultados.
Mesmo sem os resultados definitivos estarem apurados, Juppé, PM nos anos 90 e presidente da Câmara Municipal de Bordéus, reconheceu a derrota quando eram cerca das 21 horas locais: “Tal como me comprometi, desde esta noite que dou o meu apoio a François Fillon. Desejo-lhe boa sorte para a campanha presidencial e para a vitória em maio do próximo ano”, disse.
Fillon é considerado conservador em temas como a religião e a imigração e liberal em termos econômicos.
Se as sondagens estiverem certas, são ele e Marine Le Pen, da Frente Nacional, a disputar a segunda volta em maio, com a esquerda (o presidente François Hollande ou outro candidato) eliminada à primeira.
- Conteúdo Euronews -

sábado, 26 de novembro de 2016

Líder supremacista branco explica saudação de 'Hai Trump'

Nos últimos dias, Richard Spencer tem sido notícia nos Estados Unidos, especialmente depois de gritar "Hail Trump" ("Viva Trump") durante uma conferência em Washington, organizada pela 'alt-right' (abreviação de "alternative right", "direita alternativa", em português), grupo radical acusado de ser racista, xenófobo e antissemita.
O presidente eleito Donald Trump repudiou a atitude do movimento. Em entrevista ao jornal The New York Times, disse que não quer incentivar o grupo.
"Eu os condeno e repudio", declarou.
Embora Trump não tenha endossado o movimento da extrema-direita, pessoas com esse tipo de visão política se sentiram encorajadas pelo resultado da eleição presidencial por ver no empresário um defensor de bandeiras nacionalistas.
Spencer, que preside o National Policy Institute (um centro de estudos que ele mesmo criou), sustenta que o movimento do qual é líder e ideólogo e a candidatura de Trump foram animados por um sentimento comum de "desapropriação" dos brancos nos EUA.
"Talvez Donald Trump não entenda por que foi eleito", disse, em entrevista à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC.
Leia mais em BBC:
* 'Foi um momento de ironia': líder supremacista branco explica saudação de 'Hail, Trump' a presidente eleito dos EUA
NATIONAL POLICY INSTITUTE
Richard Spencer é presidente do National Policy Institute, um centro de estudos conservador
que ele mesmo criou nos EUA.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Eleições EUA: Candidata lança campanha para financiar a recontagem de votos em três Estados

Publicado em 23 de nov de 2016 - Conteúdo Euronews
A pouco conhecida candidata ecologista às presidenciais norte-americanas, Jill Stein, "lançou uma campanha de recolha de fundos":https://jillstein.nationbuilder.com/recount para financiar a recontagem de votos em três Estados - Michigan, Pensilvânia e Wisconsin -, denunciando "provas irrefutáveis de anomalias na votação".
Donald Trump venceu com uma pequena margem na Pensilvânia e no Wisconsin, tradicionalmente democratas. No Michigan, que ainda não foi oficialmente atribuído ao republicano, lidera com uma vantagem ínfima de 0,3 por cento em relação a Hillary Clinton.
A candidata democrata tem visto multiplicarem-se, entre os seus apoiantes, mas também advogados e especialistas, os apelos para que exija a recontagem de votos, à medida que se aproxima o prazo limite para a solicitar.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Saudação que lembra nazismo foi feita em convenção organizada por alt-right

Ativistas de extrema-direita americanos aparecem em um vídeo exaltando o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, com saudações que lembram as do nazismo.
Isso aconteceu em uma conferência em Washington, organizada pelos alt-right (abreviação de "alternative right", "direita alternativa", em português), grupo radical que cresceu muito no último ano e é acusado de ser racista, xenófobo e antissemita.
Trump reagiu, por sua vez, repudiando a atitude do movimento. Em entrevista ao jornal americano The New York Times, o presidente eleito disse que não quer incentivar o grupo.
"Eu os condeno e repudio", declarou.
"Se eles têm força, eu quero analisar e descobrir o motivo", acrescentou.
Embora o republicano não tenha endossado o movimento da extrema-direita, pessoas com esse tipo de visão política se sentiram encorajadas com o resultado do pleito por ver em Trump um defensor de bandeiras nacionalistas.
No vídeo filmado pela revista The Atlantic, membros desse grupo aparecem com o braço estendido gritando “Viva Trump, viva o nosso povo, viva a vitória”.
“Estamos sendo substituídos e forçados a nos transformar em minorias em nossos próprios países”, afirmou Richard Spencer, do National Policy Institute, discursando na conferência.
“A América foi um país branco até a última geração, criado para nós mesmos e para nossos descendentes. Ela é nossa criação, é a nossa herança e pertence a nós”.
Em entrevistas formais, os participantes apresentaram discursos mais comedidos.
“Eu sempre achei que um Estado homogêneo é um Estado mais feliz”, disse à BBC um deles.
(Conteúdo BBC:
* Grupo de extrema-direita exalta Trump com saudação que lembra a do nazismo

- Vídeo publicado em 22 de nov de 2016
Ativistas de extrema-direita americanos aparecem em um vídeo exaltando o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, com saudações que lembram com as do nazismo.
Isso aconteceu em uma conferência em Washington, organizada pelos alt-right (abreviação de "alternative right", "direita alternativa", em português), um grupo radical que cresceu muito no último ano e é acusado de ser racista, xenófobo e antissemita 
Embora o republicano tenha procurado se distanciar e evitado endossar falas da extrema-direita, pessoas com esse tipo de visão política se sentiram encorajadas com o resultado do pleito por ver em Trump um defensor de bandeiras nacionalistas.

- Postagem relacionada:
* Simpatizantes da direita alternativa vibram com anúncio de estrategista-chefe e conselheiro de Trump

Um dos planos de Trump pode beneficiar China rumo à liderança na Ásia e no Pacífico

Um dos planos do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, para seus primeiros 100 dias na Casa Branca pode abrir caminho para a China tentar se impor como liderança na Ásia e no Pacífico, defendendo acordos de livre comércio.
Trump apareceu em vídeo na segunda-feira anunciando que, sob o seu comando, os Estados Unidos vão deixar a Parceria Transpacífico (TPP, na sigla em inglês). Segundo afirmou o republicano, em vez de negociações em blocos, sua gestão vai priorizar acordos bilaterais.
O tratado, cujos termos finais foram costurados durante cinco anos pela administração de Barack Obama, era visto como uma forma de os EUA se posicionarem como líderes na Ásia e no Pacífico.
A China não foi incluída no acordo, firmado em fevereiro deste ano por 12 países que, juntos, respondem por 40% da economia mundial.
Como a TPP ainda não foi ratificada, a notícia de que Trump pretende tirar seu país da parceria, que considera "um desastre em potencial", é excelente para a China.
O país asiático está empenhado em colocar em vigor outros acordos comerciais, em especial a chamada Parceria Abrangente Econômica. Encabeçada pela China, a iniciativa exclui os EUA de parcerias pensadas para, essencialmente, cortar tarifas de negócios firmados pelos futuros signatários.
O duelo travado entre americanos e chineses não se limita a uma disputa comercial. Para Pequim, a TPP era um plano dissimulado dos EUA para conter o crescente poder da China.
No fim de semana, a agência oficial de notícias chinesa descreveu a TPP como "o braço econômico da estratégia geopolítica do governo Obama para garantir que Washington seja supremo na região".
A TPP era, de fato, encarada como uma parte essencial da estratégia da administração Obama para a Ásia.
Leia mais em BBC:
* Por que o anúncio de Trump de que os EUA vão deixar a Parceria Transpacífico é uma grande notícia para a China


segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Os homens e as mulheres fortes de Donald Trump

Enquanto o presidente eleito dos Estados Unidos Donald Trump prepara sua transição para a Casa Branca, vale a pena conhecer os familiares e personagens que fazem parte de seu time e que podem assumir cargos importantes durante o seu mandato, que começa no ano que vem.
Leia a reportagem completa em BBC:
* Quem são os homens e as mulheres fortes de Donald Trump












OS POLÍTICOS
Mike Pence - Vice-presidente eleito
O governador do Estado de Indiana, de 57 anos, é o responsável por liderar a equipe que decide quem ocupará papéis-chave na nova administração.
Ele é o preferido entre conservadores que conhecem bem a dinâmica do poder em Washington, capital do país.
...
Jeff Sessions - Ministro da Justiça
O senador do Alabama, de 67 anos, foi um dos aliados mais próximos de Trump na campanha, mas apoiou a invasão dos EUA ao Iraque em 2003, classificada por Trump recentemente como uma "estupidez terrível".
No Senado, Sessions faz parte dos comitês Judiciário, de Orçamento e de Serviços Armados (responsável por monitorar a capacidade militar do país). Ao longo de toda a sua carreira, acumulou acusações de racismo.
...
Mike Pompeo - Diretor da CIA
O congressista linha-dura deve se tornar o novo chefe da espionagem americana.
Pompeo recebeu o convite para a direção da agência de inteligência mesmo tendo apoiado Marco Rubio, adversário de Trump nas primárias da disputa presidencial.
...
Michael Flynn - Conselheiro de Segurança Nacional
Ele teria ajudado na aproximação entre veteranos de guerra e Trump, que não serviu nas forças armadas.
Entre 2012 e 2014, o general dirigiu a Agência de Defesa e Inteligência, uma agência de espionagem, mas afirma que foi expulso por conta de suas visões sobre radicais islâmicos.
...
Reince Priebus - Chefe de Gabinete
Priebus tem 44 anos e, como líder do Comitê Nacional Republicano, fez a ponte entre Trump e os poderosos do partido, que torciam o nariz para o então candidato.
...
Nikki Haley - Secretária de Estado?
A governadora da Carolina do Sul, Nikki Haley, surge como uma candidata ao cargo de secretária de Estado juntamente com outro ex-crítico de Trump, o ex-governador de Utah Mitt Romney.
Inicialmente, Haley apoiou o senador da Flórida Marco Rubio e mais tarde o senador Ted Cruz, do Texas, antes de finalmente dar seu apoio a Trump durante a campanha.
Filha de imigrantes indianos, a política de 44 anos é a primeira mulher e representante de minoria a ser governadora da Carolina do Sul, um estado profundamente conservador com uma longa história de tensão racial.
...
Chris Christie - Futuro incerto
O governador de Nova Jersey, de 54 anos, foi o primeiro ex-candidato presidencial a endossar Trump, causando surpresa entre figuras importantes do Partido Republico por levar legitimidade à campanha trumpista.
Ao apoiar o empresário em fevereiro, passou a ser cotado para diferentes cargos na administração de Trump. Sua estrela perdeu brilho recentemente, entretanto, quando foi substituído do cargo de chefia da equipe de transição de Trump e teve aliados removidos de cargos influentes.
...
Steven Mnuchin - Secretário do Tesouro?
O próprio Trump levantou a ideia de nomear seu chefe de finanças para o posto de secretário do Tesouro.
Mas não está claro se apoiadores do presidente eleito endossariam a ideia de entregar a política nacional de impostos a alguém íntimo dos investidores de Wall Street.
...
OS ASSESSORES
Stephen Bannon - Estrategista-chefe
Apesar de não ser uma nomeação de gabinete, Bannon, de 62 anos, poderá ter imensa influência nos bastidores como um dos principais homens de Trump.
O executivo de mídia, que trabalhou no banco Goldman Sachs, atuará como conselheiro-chefe do presidente. Muitos, no entanto, o acusam de promover pontos de vista radicais.
...
Kellyanne Conway - Secretária de imprensa da Casa Branca?
A estrategista republicana de 49 anos foi promovida a terceira gerente de campanha de Trump em agosto, em mais uma das reviravoltas na equipe do presidente eleito.
Ela foi classificada como "conselheira de pé de ouvido de Trump" e se tornou a primeira mulher a conduzir com sucesso uma campanha presidencial.
...
Hope Hicks - Conselheira sênior?
Hicks, de 27 anos, foi assessora de imprensa de Trump e administrou os pedidos de imprensa durante a campanha.
...
Dan Scavino - Diretor de redes sociais da Casa Branca?
Scavino e Hicks foram dois dos únicos assessores a continuar ao lado de Trump durante as várias reviravoltas vistas durante sua tumultuada campanha.
Ele comandou as atividades de Trump em redes sociais e foi recentemente nomeado diretor de mídias sociais do presidente eleito por sua equipe de transição.
...
Stephen Miller - Conselheiro de Política Nacional?
Miller, de 30 anos, foi um importante assessor do senador e futuro ministro da Justiça Jeff Sessions antes de se juntar à campanha.
Ele costumava animar as plateias antes de Trump subir ao palanque em comícios e foi recentemente nomeado diretor de políticas nacionais na equipe de transição do novo presidente.
...
Jason Miller - Diretor de Comunicação da Casa Branca?
Antes de ser nomeado diretor de comunicação da equipe de transição de Trump, ele era conselheiro sênior de comunicações da campanha presidencial.
...
A FAMÍLIA
Melania Trump
Ex-modelo, nascida na Eslovênia, Melania se casou com Donald Trump em janeiro de 2005.
...
Ivanka Trump
Talvez a mais conhecida entre os filhos de Trump, é a única filha de seu casamento com Ivana, sua primeira mulher. Modelo na juventude, ela é hoje vice-presidente das Organizações Trump e foi parte do júri no reality show apresentado pelo pai - O Aprendiz.
...
Jared Kushner
O marido de Ivanka é filho de um importante empreiteiro do mercado imobiliário de Nova York e é dono de um jornal semanal da cidade, o The New York Observer, há 10 anos.
...
Tiffany Trump
A filha de Donald Trump com sua segunda esposa, Marla Maples, já foi atriz e personalidade da televisão. Aos 23 anos, é uma usuária frenética de Twitter e Instagram, onde mostra seu estilo de vida glamuroso.
...
Donald Trump Jr.
Filho mais velho de Donald Trump em seu primeiro casamento com Ivana. Aos 38 anos, é vice-presidente executivo das Organizações Trump e casado com Vanessa Haydon - foi apresentado a ela pelo pai durante um evento de moda.
Sua trajetória não está livre de controvérsias. Seu gosto pela caça foi criticado depois que fotos surgiram mostrando-o junto ao irmão Eric posando ao lado de animais mortos, incluindo um leopardo e um crocodilo.

Eric Trump
Terceiro filho do casamento de Trump com Ivana. Como seus irmãos, também é vice-presidente executivo das empresas do pai.
Ele preside a vinícola de Trump na Virgínia e supervisiona seus clubes de golf. Em 2006, lançou a Fundação Eric Trump, que destinou US$ 28 milhões a um hospital de pesquisa que ajuda crianças com doenças terminais.
Eric ficou conhecido por violar a lei eleitoral americana ao tuitar uma foto com sua cédula de votação, dizendo que era "uma honra incrível votar em meu pai".

domingo, 20 de novembro de 2016

Trump paga 25 milhões em acordo extra-judicial por violar leis do ensino

A dois meses de se tornar Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump conseguiu evitar ter de ir a tribunal como réu em três processos judiciais por alegada fraude envolvendo a antiga Universidade Trump, entretanto transformada na Iniciativa Empreendedora Trump antes de ser fechada.
Contrariando o que se gabou de nunca fazer, o Presidente-eleito acabou por aceitar um acordo extra-judicial de 25 milhões de dólares (23,6 milhões de euros) para encerrar os processos: dois no estado na Califórnia e uma queixa civil apresentada em Nova Iorque pelo próprio procurador-geral do estado, o democrata Eric Shneiderman, que chegou a acusar Trump de ter “ludibriado em milhões de dólares milhares de americanos inocentes.”
Leia mais em Euronews:
* Donald Trump paga 25 milhões em acordo extra-judicial por violar leis do ensino

Futuro vice-presidente dos EUA Mike Pence foi vaiado na Broadway

Donald Trump saiu em defesa do seu futuro vice-presidente Mike Pence depois de este ter sido vaiado no musical 'Hamilton' em Nova Iorque.
O elenco da peça aproveitou a ocasião para dirigir uma mensagem à futura administração norte-americana. 
"Nós somos a diversidade norte-americana que está alarmada e ansiosa pela possibilidade da sua nova administração não proteger as pessoas, o planeta, as nossas crianças, os nossos pais, ou defender os nos direitos inalienáveis.
Mas nós esperamos verdadeiramente que este espetáculo o tenho inspirado para defender os valores americanos e para trabalho em nome de todos os nós”, declarou o ator Brandon Victor Dixon.
A reação de Trump surgiu pelo Twitter. O presidente eleito exigiu aos membros do teatro um pedido de desculpas.
Mas Pence foi também vaiado fora da sala de espetáculos Richard Rogers na Broadway.
Conteúdo Euronews:
* Futuro vice-presidente dos EUA Mike Pence vaiado na Broadway

sábado, 19 de novembro de 2016

Donald Trump escolhe nacionalistas para a justiça e serviços secretos

Publicado em 18 de nov de 2016 - Euronews
O Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu atribuir o Departamento de Justiça ao controverso senador Jeff Sessions e convidou Mike Pompeo, um republicano associado ao movimento conservador Tea Party, para chefiar a CIA, a ag'encia dos servgiços secretos norte-americanos.
Estas escolhas estão a ser avançadas pelos meios de comunicação, citando fontes próximas, não identificadas, da equipe de transição de Trump. Mais tarde viriam a ser confirmadas pela equipe de transição do Presidente-eleito.
O possível novo procurador-geral dos Estados Unidos (o equivalente ao ministro da Justiça português) Jeff Sessions, de 69 anos, tem sido uma das vozes mais ativas contra a imigração ilegal, um dos principais temas da campanha eleitoral de Trump, que prometeu expulsar os cerca de 11 milhões de imigrantes ilegais que vivem atualmente em território norte-americano caso fosse o vencedor das eleições do passado dia 08 de novembro.
Oriundo do sul dos Estados Unidos, Sessions representa o estado do Alabama no Senado (câmara alta do Congresso norte-americano) desde 1997 e assumiu protagonismo quando se opôs, durante as administrações de George W. Bush (republicano) e de Barack Obama (democrata), a vários projetos para a regularização de imigrantes ilegais. Também tem gerado controvérsia com os seus comentários racistas.
Atualmente, e desde abril de 2015, o cargo do procurador-geral é assumido pela advogada Loretta Elizabeth Lynch, a primeira afro-americana a desempenhar o lugar.

Opositor do acordo nuclear com o Irão escolhido para a CIA
Leia mais em Euronews:
* Donald Trump escolhe nacionalistas para a justiça e serviços secretos

Primeiro-ministro do Japão faz história com Donald Trump

Publicado em 17 de nov de 2016
O primeiro-ministro do Japão tornou-se nesta quinta-feira o primeiro governante internacional a apertar a mão a Donald Trump desde que o empresário se tornou, no dia 8 de novembro, Presidente eleito dos Estados Unidos da América.
Durante hora e meia, Shinzo Abe esteve reunido com o sucessor de Barack Obama na Trump Tower, em Nova Iorque, onde o Presidente eleito está sediado. A filha do empresário, Ivanka Trump, também esteve presente.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Post-truth ou "pós-verdade": Trump e o Brexit ajudaram a cunhar a 'palavra do ano' escolhida pelo dicionário Oxford

O Dicionário Oxford (Oxford Dictionaries) escolheu post-truth, "pós-verdade", como palavra internacional do ano de 2016, refletindo o que chamou de 12 meses "politicamente altamente inflamados".
A palavra é definida pelo dicionário como um adjetivo "relativo a ou que denota circunstâncias nas quais fatos objetivos são menos influentes na formação da opinião pública do que apelos à emoção e à crença pessoal".
Casper Grathwohl, da Oxford Dictionaries, disse que "pós-verdade" poderia se tornar "uma das palavras que definem nosso tempo".
O termo ganhou popularidade nas campanhas do plebiscito do Brexit e da eleição americana, ambas marcadas pela disseminação de notícias falsas nas mídias sociais e de mentiras por candidatos ou figuras-chave de campanha.
Em setembro, o termo ganhou proeminência com uma matéria de capa da revista britânica The Economist intitulada "Arte das Mentiras: Política pós-verdade na era das mídias sociais".
O artigo citava como exemplo de "política pós-verdade" a informação disseminada na campanha pelo Brexit de que a permanência da Grã-Bretanha na União Europa "custava 350 milhões de libras por semana aos cofres públicos" e que o dinheiro - após a eventual saída do bloco - seria destinado ao serviço público de saúde.
Para a revista, o candidato (e depois presidente eleito dos EUA) Donald Trump seria "o expoente máximo da política pós-verdade", graças a afirmações como as de que o certificado de nascimento de Barack Obama seria falso, ou de que o pai de seu rival republicano Ted Cruz teria estado com Lee Harvey Oswald antes do assassinato de John Kennedy, replicando uma história não comprovada publicada por um tabloide americano.
"Pós-verdade" foi escolhida a partir de uma lista selecionada para refletir as principais tendências e eventos sociais, culturais, políticos, econômicos e tecnológicos de 2016.
O termo acabou desbancando outras palavras que também estiveram ligadas às campanhas mencionadas, como "brexiteer", derivada da junção das palavras inglesas para "Britain" (Grã-Bretanha) e "exit" (saída) e que era usada para chamar as pessoas que defendiam ou faziam campanha pela saída da Grã-Bretanha da União Europeia, e "alt-right", usada para descrever o grupo nos EUA que se autodenomina "direita alternativa" - que apoiou Donald Trump e é acusado de racismo e antissemitismo.
- Leia mais em BBC:
* Como Trump e o Brexit ajudaram a cunhar a 'palavra do ano' escolhida pelo dicionário Oxford


Casper Grathwohl, da Oxford Dictionaries, disse que a "pós-verdade" poderia se tornar "uma das palavras que definem nosso tempo"


Brasil: Prisão de ex-governador Sérgio Cabral acusado de cobrança de propina em contratos com o poder público

Finalmente, o poder público laça mais um dos políticos brasileiros, que durante o seu governo já utilizava as mordomias de seu cargo em prol de benefícios familiares, como diversas viagens de helicóptero, bancada por recursos públicos e alianças empresariais, para transportar empregados para casa de lazer da família; dentre outros comportamentos que levantaram a revolta popular, enquanto governador do Estado do Rio de Janeiro.
Uma vida luxuosa, com viagens e despesas espetaculares em Paris e mundo afora, não eram condizentes com a renda de um empresário e político brasileiro honesto, mas o poder público e seus aliados corruptos, assistiam da primeira classe, a decadência das economias do Estado do Rio de Janeiro.
O mundo não tem noção do quanto foi desviado dos cofres públicos e os funcionários públicos, ativos e inativos, é que 'terão' que pagar a conta do rombo que faliu o Estado, através de 'alterações ilegais' em suas contribuições previdenciárias, mais parcelamento de salários atrasados, dentre outras 'alternativas' para prejudicar a população, movidas pelo atual governo.
Compreendam que, em vez de governarem para o povo e representarem seus anseios para uma vida digna, no Brasil, a 'profissão política', em sua grande maioria, passou a agir como as grandes organizações criminosas, formando quadrilhas abrangentes, que vão do alto escalão, ao mais pobre, que é 'beneficiado' pelos auxílios governamentais, mas que tem que entregar parte ou totalidade desses mesmos benefícios, para seus gestores.
Só não compreendemos como o povo brasileiro se abstem ou anula seus votos nas urnas, deixando que o quadro de corrupção continue o mesmo, há séculos.
(Por Blogger)

Reportagem BBC:
Cabral foi eleito pela primeira vez em 1990 como deputado estadual pelo PMDB com grande apoio dos idosos - ele organizava bailes da terceira idade no Rio. Foi reeleito outras duas vezes, em parte por se aproximar do eleitor recusando mordomias na Assembleia e indo ao trabalho com o próprio carro.
Em 2002, Cabral foi eleito senador com o apoio do ex-governador Anthony Garotinho, que por sua vez chegou ao poder com uma ampla coalizão de partidos de esquerda. Garotinho, que também foi preso na mesma operação da Polícia Federal esta semana, ainda o ajudou a se eleger governador em 2006.
Em 2010, Cabral também recebeu o apoio do PT - o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a subir nos palanques para fazer campanha.
Cabral foi eleito já no primeiro turno com boa parte dos votos válidos. A aprovação da população em relação às UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) nas favelas na época também colaborou para sua popularidade.
Em 2009, junto com o então presidente Lula, o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman, e o então prefeito do Rio, Eduardo Paes, Cabral assinou o contrato que oficializou o Rio como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Cerca de 30 mil pessoas comemoraram o feito na praia de Copacabana - o clima era de euforia e vitória.
Reviravolta
O jogo virou para Cabral em 2011, quando foi revelada sua amizade com Fernando Cavendish, da Delta Construções, após a queda de um helicóptero a caminho da Bahia, onde o empresário comemoraria seu aniversário.
- Leia mais em BBC:
* Ascensão e queda de Sérgio Cabral em 10 momentos marcantes de sua carreira


quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Simpatizantes da direita alternativa vibram com anúncio de estrategista-chefe e conselheiro de Trump

A vitória de Donald Trump trouxe à luz um polêmico movimento nascido no submundo da internet - e que agora poderá ter um representante num cargo-chave da Casa Branca.
Simpatizantes da chamada "alt-right" (abreviação de "alternative right", "direita alternativa", em português) vibraram com o anúncio, no domingo, de que Trump nomearia o executivo Steve Bannon como estrategista-chefe e conselheiro sênior de seu governo.
Já críticos, de diferentes espectros ideológicos, inclusive da direita, dizem que a nomeação deixará o governo americano sob a influência de um movimento racista, antissemita e que acredita na superioridade dos brancos.
Bannon presidiu o Breitbart News, site de notícias que ele próprio definiu como a "plataforma da alt-right". Deixou a função para ser o estrategista-chefe da campanha de Trump.
O site já comparou o trabalho de uma agência que provê assistência para o aborto ao Holocausto, chamou de "judeu renegado" um comentarista conservador e aconselhou mulheres que se queixam de assédio online a sair do computador e parar de "arruinar a internet para os homens".
Para o Southern Poverty Law Center, ONG que monitora crimes de ódio nos EUA, Bannon é o principal responsável pela transformação do Breitbart News numa "máquina de propaganda etno-nacionalista branca".
Antes tido como marginal, o site ganhou importância na eleição ao apoiar ferozmente Trump em seu embate com o presidente da Câmara dos Deputados, Paul Ryan, após declarações inflamadas do candidato sobre mulheres, minorias e até veteranos de guerra.
"A extrema-direita racista, fascista estará representada a poucos passos do Salão Oval", escreveu no Twitter John Weaver, assessor do governador de Ohio, John Kasich, que concorreu com Trump pela candidatura republicana.
Leia mais em BBC:

* O que pensa o polêmico grupo acusado de racismo e antissemitismo que terá representante no alto escalão do governo Trump