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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Jornalista húngara condenada por agredir refugiados vai recorrer da sentença

Publicado em 13 de jan de 2017
A repórter de imagem que em setembro de 2015 foi filmada ao dar rasteira em refugiados que fugiam da polícia perto da fronteira sul da Hungria com a Sérvia e insiste que teve "um ataque de pânico" e que vai recorrer da sentença à qual foi condenada.
Nesta quinta-feira, a húngara Petra László acompanhou por videoconferência o julgamento do qual saiu o veredito de três anos de pena suspensa com liberdade condicional.
(Conteúdo Euronews)



'Kompromat': a velha tática russa de buscar informações comprometedoras para chantagear

A notícia da existência de um relatório não corroborado que sugere que o governo russo tem informações comprometedoras sobre o presidente eleito dos Estados Unidos criou uma tormenta política e de informação no país.
Donald Trump negou enfaticamente seu conteúdo e o atribuiu a uma "caça às bruxas política".
A polêmica ajudou a desenterrar um velho termo da era soviética, mencionado por vários veículos de imprensa americanos: a tática russa conhecida como kompromat.
Trata-se da prática de acumular informações sobre uma pessoa que podem ser utilizadas depois para fazer pressão e chantagem sobre ela ou, simplesmente, destruir sua reputação.
A tática é usada por serviços de inteligência de muitos países, mas, segundo especialistas, foi a União Soviética que a aperfeiçoou e a sistematizou.
Um ex-embaixador britânico, Tony Brenton, disse à rede americana CNN que a prática é tão comum que os diplomatas enviados para trabalhar na Rússia são alertados e instruídos sobre como lidar com ela.
"Faz parte de como a Rússia trabalha, que os serviços de inteligência coletam informações sobre indivíduos para usá-las quando puderem obter alguma vantagem", disse ele à CNN.
O manual soviético:
Com Josef Stalin no poder, principalmente a partir do final da 2ª Guerra Mundial, tornaram-se cada vez mais comuns na União Soviética a repressão política e a perseguição de adversários. A kompromat fazia parte do manual básico do serviço secreto russo da época, a KGB.
E ainda hoje é usada no país para se ter poder sobre uma pessoa, segundo o editor-chefe do jornal americano The Washington Post em Moscou, David Filipov.
"A informação pode ser usada para forçar uma pessoa a fazer o que se quer", disse Filipov ao programa The World da ONG PRI e à BBC.
O jornalista garante que, hoje em dia, muitas agências de inteligência russas recorrem à kompromat como na era soviética. (...)
Imagens e conteúdo completo em BBC:
* O que é a 'kompromat', a velha tática russa de buscar informações comprometedoras para chantagear
THINKSTOCK

O que Obama fará depois de deixar a Presidência dos EUA?

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, tem várias opções para ocupar o tempo livre depois de entregar as chaves da Casa Branca no próximo dia 20 de janeiro.
Dedicar-se a escrever livros e dar palestras, ser dono de uma equipe da NBA (liga americana de basquete), tornar-se um ativista em defesa do meio ambiente ou aceitar o trabalho oferecido pelo Spotify.
Como ex-presidente dos EUA, Obama vai ganhar US$ 200 mil (R$ 672 mil) por ano.
Obama deu algumas pistas do que fará, mas o que se sabe com certeza até agora é que não se mudará para muito longe.
Apenas 20 quadras separam a Casa Branca de sua nova casa em Washington.
A família Obama não quer sair da capital americana para que Sasha, a filha caçula do presidente americano, não mude de escola.
Pelo menos até 2018 - quando a adolescente de 14 anos deve concluir o Ensino Médio, o futuro ex-presidente dos Estados Unidos viverá no elegante, exclusivo e caro bairro de Kalorama.
Antes de Obama, viveram ali os ex-presidentes americanos Woodrow Wilson, William Howard Taft, Warren Harding, Franklin D. Roosevelt e Herbert Hoover.
- Acesse imagens e conteúdo completo em BBC:
* O que Obama fará depois de deixar a Presidência dos EUA?












quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Sete frases simbólicas do último discurso de Barack Obama

"É bom estar em casa. (...) Esta noite é a minha vez de dizer obrigado".
Assim o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, iniciou seu último discurso no cargo.
O pronunciamento ocorreu na noite de terça-feira, em Chicago, cidade onde começou sua carreira política. (...)

Confira sete frases simbólicas do último discurso de Barack Obama, compiladas pela BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC.
1."Vocês foram a mudança": Obama deu crédito aos cidadãos pelas várias realizações de seu governo, como o descongelamento das relações com Cuba, o fim da recessão econômica, a queda da taxa de desemprego e o acordo nuclear com o Irã.
2."O futuro está em boas mãos": foi a forma otimista do líder de dirigir-se às novas gerações que, segundo ele, "em breve serão maioria".
3."No entanto, não estamos onde precisamos estar. Todos nós temos muito trabalho para fazer", refletiu Obama frente ao racismo existente nos Estados Unidos.
4."A democracia pode cambalear quando entregue ao medo", foi o que disse o presidente americano sobre a crescente intolerância frente a minorias, principalmente em relação à discriminação contra a comunidade muçulmana nos Estados Unidos.
5."Assumam o desafio das mudanças climáticas": Obama destacou que, em oito anos, conseguiu reduzir a dependência de seu país por combustíveis fósseis e dobrou as reservas de energias renováveis. Ele pediu aos americanos para não abandonar essa agenda. "Nossos filhos não terão tempo para debater a existência das mudanças climáticas. Estarão ocupados lidando com seus efeitos", concluiu.
6."Peço a vocês que criem": o "último pedido como presidente" de Obama foi um apelo para que os americanos usem suas habilidades para mudar as coisas.
7."Sim podemos": assim concluiu o presidente dos Estados Unidos em seu discurso. Ele afirmou que ter servido a seu país foi a maior honra de sua vida. Depois agradeceu à plateia, pediu a Deus que "continue abençoando os Estados Unidos" e terminou a fala.
(Conteúdo BBC)
No próximo dia 20 de janeiro, Barack Obama deixa a Presidência dos Estados Unidos e entregará o cargo ao presidente eleito Donald Trump, que ganhou as eleições presidenciais em novembro do ano passado.
Leia a reportagem completa:
* O emotivo discurso de despedida Barack Obama em 7 frases
AP

Despedida emocionante de Michelle Obama na Casa Branca

Publicado em 8 de jan de 2017
Duas semanas antes da tomada de posse do próximo presidente, Michelle Obama fez o discurso final enquanto primeira-dama dos Estados Unidos. 
Subiu à tribuna entusiasmada, na Casa Branca. O discurso foi emotivo: "Se você ou seus pais são imigrantes, saiba que faz parte de uma orgulhosa tradição americana - uma infusão de novas culturas, talentos e ideias, geração após geração... Que nos fez ser o maior país do mundo. A nossa diversidade gloriosa: a nossa diversidade relativa à fé, cores e credos, não é uma ameaça para a nossa identidade, mas cria, sim, a nossa identidade. Ser a vossa primeira-dama foi a maior honra da minha vida e espero ter-vos orgulhado.”
(Conteúdo Euronews)



O discurso de despedida de Barack Obama

Foi o último discurso de Barack Obama antes de deixar a Casa Branca. Um discurso emotivo para realçar o que foi feito nos oito anos dos seus dois mandatos, agradecer os apoios mais preciosos e pedir aos americanos que não percam a esperança. 
"A democracia pode ceder quando nos entregamos ao medo(...) foi por isso que, nos últimos oito anos, trabalhei para que a luta contra o terrorismo se fizesse numa base legal mais sólida. Foi por isso que acabamos com a tortura, trabalhamos para encerrar Guantánamo e reformamos a legislação de vigilância e de proteção da privacidade e das liberdades civis”.
Depois, prosseguiu para as questões sociais:
“A taxa de desemprego está próxima do valor mais baixo dos últimos dez anos. O número de pessoas sem seguro nunca foi tão baixo. O custo dos cuidados de saúde cresce da forma mais lenta desde os últimos 50 anos. E se alguém puder pôr em prática um plano que seja manifestamente melhor que as melhorias que fizemos no sistema de saúde eu vou apoiá-lo publicamente”, afirmou.
Um momento particularmente emocionante foi o dos agradecimentos à esposa, Michelle Obama e a Joe Biden, o seu vice-presidente:
“Joe Biden. Tu fostes a minha primeira decisão após a eleição e fostes a melhor!”
“Michelle, tu assumistes um papel que não pedistes, o fizestes por ti mesma, com graça, com garra, com estilo e com humor. Tenho muito orgulho em ti. O país tem muito orgulho em ti”.
E, para concluir:
“Servi-los foi a maior honra da minha vida. E não vou parar. Na verdade vou estar com vocês, enquanto cidadão, para o resto dos meus dias (…) Peço-vos que acreditem – não na minha capacidade de provocar a mudança, mas na vossa. (…). Yes We Can! Yes We Did! Yes We Can! Obrigada, que Deus vos abençoe”.
(Conteúdo Euronews)


segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

O discurso de Meryl Streep x Trump no Globo de Ouro 2017

A atriz americana Meryl Streep criticou publicamente o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, durante seu discurso na premiação Globo de Ouro, neste domingo.
O republicano respondeu às críticas nas redes sociais - entre outras coisas, disse que a atriz é "supervalorizada".
A Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood entregou a Streep a premiação honorária Cecil B. DeMille.
Ao aceitar o prêmio, a atriz criticou Trump sem mencionar seu nome, afirmando que, em 2015, ele teria zombado de Serge Kovaleski, um jornalista deficiente do jornal The New York Times.
Ela se referia a um episódio no qual, em um comício na Carolina do Sul em novembro de 2015, Trump disse sobre o jornalista: "Você tem que ver esse cara." Em seguida, fez gestos e imitou a voz do jornalista, agitando os braços de forma desordenada.
Kovaleski sofre de uma doença crônica que afeta suas articulações chamada artrogripose. Na ocasião, o jonal americano classificou a conduta do então candidato como ultrajante.
Durante seu discurso no domingo, Streep disse que a imitação havia partido seu coração e que não conseguia tirá-la da cabeça “porque não era um filme, mas sim vida real”.
“Quando os poderosos usam sua posição para intimidar os outros, todos perdemos.”
Leia mais em BBC:
* Meryl Streep x Donald Trump: o discurso que provocou reação do republicano